Posse de bola e pressão alta definem uma geração jovem da equipe dos Estados Unidos que já deu um salto de qualidade no Catar 2022, com ritmo intenso e coragem para sair jogando desde trás contra qualquer adversário. Do outro lado está a Celeste, carregando dois títulos mundiais, uma tradição de garra em cada dividida e um estilo que combina intensidade, experiência e poder de decisão. De um lado, a arrancada e a energia norte-americana; do outro, a experiência e a malícia competitiva do futebol sul-americano, duas formas opostas de entender a elite.
Sem confrontos recentes entre as duas seleções em Copas do Mundo, o respeito se constrói agora, no presente: qualquer erro na saída de bola, qualquer bola parada mal defendida ou um contra-ataque desorganizado pode custar pontos de ouro.
Em uma fase de grupos tão equilibrada, esse confronto direto entre norte-americanos e uruguaios já tem clima de final desde o apito inicial.
No Catar 2022, a equipe norte-americana chegou às oitavas de final amparada no protagonismo de Christian Pulisic e no trabalho de Weston McKennie e Tyler Adams no meio-campo, capazes de sustentar a pressão e acelerar o ritmo do jogo.
A seleção uruguaia, apesar de ter caído na fase de grupos, mantém um núcleo de elite com Federico Valverde mandando no meio, Darwin Núñez atacando os espaços e Ronald Araújo dando segurança lá atrás. Duas camisas de enorme peso histórico, dois projetos com fome real de chegar longe no torneio.
Não fique só no resumo: garanta seus ingressos e viva ao vivo esse duelo entre EUA e Uruguai, que pode definir o futuro do grupo.