
Na Ásia, poucas seleções representam tão bem a cultura futebolística do seu país quanto a Coreia do Sul. A combinação de disciplina tática, intensidade total e um ataque cada vez mais talentoso fez da equipe presença constante nos grandes palcos. Sua torcida, a famosa Red Devils, empurra o time com um clima verdadeiramente vulcânico, tanto em casa quanto em qualquer lugar do mundo onde a seleção entra em campo.
A relação da Coreia do Sul com as Copas do Mundo é longa e consistente: em 2026, o país chegará à sua décima primeira participação consecutiva no Mundial, tendo como grande marco o histórico quarto lugar conquistado como coanfitrião em 2002. Desde então, consolidou-se como uma seleção competitiva, capaz de passar de fase de grupos e de aprontar surpresas contra potências europeias e sul-americanas.
O peso dessa trajetória hoje está em nomes como Son Heung-Min, verdadeiro líder ofensivo e estrela internacional, ao lado de jogadores de altíssimo nível como Kim Min-Jae e Lee Kang-In. Somam-se a eles um elenco bastante sólido, com muitos atletas formados na K League e em ligas europeias, que trazem experiência, força física e uma mentalidade de trabalho coletivo muito clara.
Para muitos analistas, a Coreia do Sul chega em 2026 como uma seleção capaz de brigar por uma vaga no mata-mata em um grupo complicado, mas longe de ser impossível. O sorteio colocou o time no Grupo A, onde enfrentará uma anfitriã histórica, uma campeã africana e o vencedor de um duríssimo playoff europeu. Estes são os seus adversários:
O objetivo realista da Coreia do Sul será chegar viva à última rodada, disputar cada jogo no limite e buscar mais uma classificação às oitavas de final, reforçando seu status de clássico das Copas e de candidata permanente a surpreender as grandes seleções.