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17 mai
dom
•16:00
Globe Life Park • Arlington
Em 2026, o futebol nos Estados Unidos literalmente joga em casa. A seleção das estrelas e listras será uma das anfitriãs do torneio e chega como uma potência em ascensão, com um elenco jovem, forte fisicamente e extremamente dinâmico. Comandada por um treinador de alto nível internacional, a equipe aposta em marcação intensa, transições rápidas e muita entrega — um estilo que combina com um público acostumado a espetáculo. Entre a torcida, os Yanks aparecem como um possível “azarão” capaz de empolgar o país inteiro, principalmente se o time engrenar forte já na fase de grupos.
Na história das Copas do Mundo, os EUA chegam à sua décima segunda participação em 2026, depois de terem marcado presença na edição inaugural, em 1930, quando alcançaram seu melhor resultado com semifinal histórica. Mais tarde, foram anfitriões em 1994, chegando às oitavas contra a Brasil campeã, e voltaram a brilhar com os resultados de quartas de final em 2002. Nos últimos anos, a seleção se consolidou como um time competitivo e difícil de eliminar: chegou às oitavas em 2010, 2014 e 2022, acumulando momentos marcantes como a surpresa diante da Inglaterra em 1950 e a grande exibição de Tim Howard contra a Bélgica em 2014.
Os nomes próprios ajudam a entender a evolução dessa geração. Lendas modernas como Landon Donovan, maior artilheiro e jogador com mais partidas em Copas do Mundo pelo país, Clint Dempsey e o goleiro Tim Howard elevaram o patamar competitivo da seleção. Em cima desse legado, os destaques atuais carregam a responsabilidade: Christian Pulisic como principal referência ofensiva, com a energia de Weston McKennie e Gio Reyna no meio-campo, apoiados por uma geração que cresce cada vez mais acostumada a atuar nas grandes ligas da Europa e por uma MLS em plena expansão.
De acordo com a maioria dos analistas, os Estados Unidos começam como favoritos para dominar o Grupo D da Copa do Mundo de 2026. O sorteio colocou a equipe com adversários de nível intermediário a alto: um grupo considerado favorável, mas longe de ser fácil. Ou seja, cada partida vai exigir concentração total. Os jogos da fase de grupos serão entre Los Angeles e Seattle, com a vantagem extra de atuar em casa e mobilizar uma torcida enorme. E esses são os adversários:
O objetivo mínimo dos Estados Unidos é carimbar a vaga nas eliminatórias sem sustos — e, idealmente, em primeiro lugar no grupo para garantir um confronto mais tranquilo no novo formato, com 48 seleções. Jogando em casa, a expectativa é chegar às oitavas com a sensação boa, confiança lá em cima e espaço para sonhar com uma campanha longa no torneio, entregando aquelas partidas inesquecíveis que podem consolidar o futebol como um dos maiores — e mais disputados — esportes de espetáculo do país.